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Daniel Almeida apresenta projeto de lei que visa “aliviar o bolso” de trabalhadores que tiveram redução de salários durante a pandemia

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Daniel Almeida apresenta projeto de lei que visa “aliviar o bolso” de trabalhadores que tiveram redução de salários durante a pandemia

O deputado federal defende que haja suspensão do pagamento das parcelas de operações de crédito consignadas em folha de pagamentos para esses profissionais

“Estamos vivenciando um quadro grave e problemático para a economia e para o emprego”, pontua Daniel Almeida, deputado federal, que protocolou o PL 1408/21, como mais uma alternativa de alívio financeiro para profissionais que enfrentam dificuldades advindas com a pandemia do coronavírus.

O projeto de lei preconiza a suspensão do pagamento de operações de crédito contraídas com desconto em folha para os trabalhadores que tiveram redução de jornada de trabalho e, por consequência, de salários, enquanto durar a pandemia de Covid-19. De acordo com o texto, débitos de parcelas de operações de empréstimos, de financiamentos, de cartões de crédito e de arrendamento mercantil ficam suspensos.

“Não há outro caminho que não seja procurar reduzir os efeitos desta trágica situação”, defende o parlamentar. “Precisamos aliviar a situação financeira daqueles que tiveram seus salários reduzidos durante esta crise pela qual passamos”, pontua. Daniel também defende a renovação do auxílio de R$600, por conta da crescente do desemprego no país.

DADOS – De acordo com a Agência Brasil, a taxa média de desemprego no País atingiu 13,5% em 2020, enquanto em 2019 foi de 11,9%. Ainda segundo o portal, “os efeitos da pandemia da covid-19 sobre o mercado de trabalho provocaram alta recorde de desemprego em 20 estados”.

Verificou-se também que as taxas mais altas de desemprego foram registradas no Nordeste, tendo sido a Bahia, com percentual de 19,8%, aquela que teve a maior taxa de desocupação em 2020, seguida de Alagoas, que apresentou 18,6% de desemprego, Sergipe, que registrou 18,4%, e Rio de Janeiro, com a marca de 17,4%.

“O Brasil, que já fora vista como “país do futuro”, agora segue com recordes desastrosos. São 14,3 milhões de pessoas desempregadas e temos um auxílio de valor irrisório que não custeia, sequer, uma cesta básica. Precisamos nos mover no sentido de ajudar trabalhadores e trabalhadoras a superar esse período nefasto, e continuar na defesa da ampla vacinação no SUS”, complementa Daniel.

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