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Pesquisa em Cultura Alimentar é tema de aula com a nutricionista Neide Rigo, autora do livro publicado pela Coopercuc

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A nutricionista é autora do livro “Mesa Farta no Semiárido”, publicado em 2016 pela Coopercuc, Uauá-BA

A programação faz parte da aula inaugural da 4ª edição do Laboratório de Criação da Escola de Gastronomia Social. O evento on-line é aberto ao público e será transmitido ao vivo no canal do Youtube da instituição

A Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco, instituição da Secult (Governo do Ceará), gerida pelo Instituto Dragão do Mar (IDM|), realiza nesta segunda-feira (19), a partir das 9h, a aula inaugural da 4ª edição do Laboratório de Criação em Cultura Alimentar e Gastronomia Social. O evento on-line, com transmissão ao vivo pelo canal da Escola no Youtube, contará com a presença da nutricionista Neide Rigo. A importância da pesquisa em Cultura Alimentar será abordada na fala da convidada que também compartilhará sua experiência na área.

A nutricionista é autora do livro “Mesa Farta no Semiárido”, publicado em 2016 pela Coopercuc, Uauá-BA e foi curadora do “Projeto Comer é Mais” durante três anos, no Sesc Belenzinho e do Projeto “Comer é Panc”, durante o ano de 2018 no Sesc Pompeia. Atualmente, faz parte do corpo docente do curso Gestão cultural contemporânea, do Itaú Cultural. Além disso, a pesquisadora é autora do blog “Come-se” há 14 anos. Na plataforma, ela fala principalmente sobre espécies comestíveis silvestres, negligenciadas e desconhecidas.

Lina Luz, coordenadora de Cultura Alimentar da Escola, que fará a mediação da aula, também é pesquisadora do tema. Graduada em História, Lina tem especialização em Gestão Cultural e mestrado em Sociologia, com estudos voltados para a patrimonialização do Ofício das Baianas de Acarajé.

Propostas selecionadas para 2021

As pesquisadoras Indra Nogueira Nunes, Regilane Alves dos Santos, Ana Claudia Cavalcante Silva Damasceno e Osarina da Silva Lima tiveram suas propostas de pesquisas selecionadas para a 4ª Edição do Laboratório de Criação da Escola de Gastronomia Social. O processo seletivo aconteceu, no mês de julho, por meio da plataforma Mapa Cultural do Ceará.

Indra Nogueira Nunes é fotógrafa e Gastrônoma residente em Barbalha. Através do Laboratório de Criação, ela pretende desenvolver os “Bolos das Noivas de Santo Antônio” com insumos locais, pertencentes à cultura alimentar do Cariri, com o objetivo de fortalecer a memória e a ancestralidade local. Já Regilane Alves dos Santos faz parte da Rede de Agricultores/as Agroecológicos/as e Solidários dos Vales do Curu e Aracatiaçu. A pesquisadora busca valorizar os saberes e sabores de agricultores/as a partir do trabalho feito nas casas de farinha do assentamento Maceió, em Itapipoca, com foco nos dois elementos que fazem parte da retirada da Goma e da Farinha: a Crueira e a Manipueira.

Osarina da Silva Lima faz parte do Coletivo de pesquisa “Bem viver” (Coletivo de Pesquisadores e Pesquisadoras Populares em Saúde e Agroecologia Bem Viver da Comunidade Lagoa dos Cavalos – Russas). A pesquisadora pretende aprimorar a culinária local a partir da produção agroecológica já existente, com uso da biomassa e dos alimentos e/ou ervas/PANCS produzidas na comunidade. De Fortaleza, Ana Claudia Cavalcante Silva Damasceno é autônoma e moradora do bairro Pirambu. Participante do coletivo Academia de Ciências e Artes- ACARTES, que promove o desenvolvimento econômico e social, ela propõe a realização do projeto “Quintal aéreo produtivo”. Com o objetivo de atender a famílias de baixa renda, com pouco espaço de moradia e com interesse em aprender técnicas de plantio em pequenos espaços.

Escola de Gastronomia Social

Instituição da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult), a Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco (EGSIDB) é gerida pelo Instituto Dragão do Mar (IDM). O nome faz referência ao fundador do grupo M. Dias Branco, que financiou a sede doada para o Estado em uma parceria público-privada. O centro de formação oferece cursos básicos e profissionalizantes em cozinha, panificação e confeitaria, além de mentorias para desenvolvimento de produtos e projetos, por meio do Laboratório de Criação em Cultura Alimentar e Gastronomia Social. Todas as atividades são gratuitas, mediante inscrição e processo seletivo. O público-alvo preferencial da escola é formado por jovens em situação de vulnerabilidade social e adultos com ou sem experiência em gastronomia.

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