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Fotógrafo baiano lança “Pirilampos da Caatinga”, um mergulho na Cultura do Vaqueiro

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Heitor Rodrigues morou em Itabuna da infância aos 17 anos de idade

O fotógrafo Heitor Rodrigues mergulhou na Cultura Vaqueira de Uauá, cidade do Norte baiano, a 430 Km de Salvador. Vivenciando, desde 2014, as expressões de um povo, suas labutas, celebrações, composições de um universo densamente rico. Desse encantamento, nasceu o projeto Pirilampos da Caatinga, que utiliza a fotografia como um fomento à preservação da memória e a valorização dessa manifestação artística e cultural.

O livro Pirilampos da Caatinga conta com prefácio do também fotógrafo Ricardo Prado. Tem 144 páginas e é ilustrado por 145 fotografias em preto e branco, mesclado com epígrafes oriundas de conversas informais, cordéis, depoimentos, fragmentos de lembranças e soneto. Devido à pandemia da Covid-19, foi lançado através de uma live no último sábado (7), data que compõe a comemoração do início da semana da Cultura Nordestina.

Além disso, uma exposição fotográfica virtual na plataforma digital Flickr e uma galeria de imagens no site do projeto, com duração de acesso atemporal, servindo como um espaço de memória coletiva e de valorização cultural dos vaqueiros. “Os registros etnográficos incluem as Missas do Vaqueiro, nos anos 2014 e 2015, escutas e observações de sua lida, visitas às comunidades rurais de Ipoeira Grande, Santana, Umbuzeiro, Área, Pedra do Olho D’Água e Logradouro do Juvenal”, revela Heitor Rodrigues.

(Evento disponível no canal Youtube: Pirilampos da Caatinga: <https://www.youtube.com/channel/UCE5DR_dJL1OHLmQMXiN0XEA>.

Patrimônio da Bahia

O fotógrafo lembra que o ofício de vaqueiro é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado da Bahia, desde 2011, por sua importância histórica na formação cultural do território baiano. “Outro ponto que chama a atenção envolve a origem da palavra que nomeia o município. Uauá vem do dialeto Tupi Guarani, que significa vagalume, pairando a mística de que, quem nasce na ‘Terra da Luz’ não é um habitante qualquer, mas sim um Ser Pirilampo, ou seja, com luz própria”, explica.

O processo de produção do livro foi realizado em conformidade com as orientações da Organização Mundial de Saúde para a prevenção e contenção da pandemia da COVID-19. O projeto tem apoio financeiro do Governo da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.

Cabe destacar que, como contrapartida, retribuição e fomento à Cultura Vaqueira, um percentual dos 500 exemplares da primeira edição será destinado a todas as 22 escolas do município de Uauá, além de associações, comunidades e aos vaqueiros que participaram do projeto. Outra parte será disponibilizada para venda, pelo valor de R$ 100,00 e pode ser adquirido através do e-mail: [email protected] e pelo site www.pirilamposdacaatinga.wixsite.com/site. A versão digital pode ser acessada, gratuitamente, no site da P55 Edição..

Diário Bahia

Por Redação do Diário / 10 de agosto de 2021 às 10:59

Heitor Rodrigues morou em Itabuna da infância aos 17 anos de idade

O fotógrafo Heitor Rodrigues mergulhou na Cultura Vaqueira de Uauá, cidade do Norte baiano, a 430 Km de Salvador. Vivenciando, desde 2014, as expressões de um povo, suas labutas, celebrações, composições de um universo densamente rico. Desse encantamento, nasceu o projeto Pirilampos da Caatinga, que utiliza a fotografia como um fomento à preservação da memória e a valorização dessa manifestação artística e cultural.

O livro Pirilampos da Caatinga conta com prefácio do também fotógrafo Ricardo Prado. Tem 144 páginas e é ilustrado por 145 fotografias em preto e branco, mesclado com epígrafes oriundas de conversas informais, cordéis, depoimentos, fragmentos de lembranças e soneto. Devido à pandemia da Covid-19, foi lançado através de uma live no último sábado (7), data que compõe a comemoração do início da semana da Cultura Nordestina.

Além disso, uma exposição fotográfica virtual na plataforma digital Flickr e uma galeria de imagens no site do projeto, com duração de acesso atemporal, servindo como um espaço de memória coletiva e de valorização cultural dos vaqueiros. “Os registros etnográficos incluem as Missas do Vaqueiro, nos anos 2014 e 2015, escutas e observações de sua lida, visitas às comunidades rurais de Ipoeira Grande, Santana, Umbuzeiro, Área, Pedra do Olho D’Água e Logradouro do Juvenal”, revela Heitor Rodrigues.

(Evento disponível no canal Youtube: Pirilampos da Caatinga: <https://www.youtube.com/channel/UCE5DR_dJL1OHLmQMXiN0XEA>.

Patrimônio da Bahia

O fotógrafo lembra que o ofício de vaqueiro é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado da Bahia, desde 2011, por sua importância histórica na formação cultural do território baiano. “Outro ponto que chama a atenção envolve a origem da palavra que nomeia o município. Uauá vem do dialeto Tupi Guarani, que significa vagalume, pairando a mística de que, quem nasce na ‘Terra da Luz’ não é um habitante qualquer, mas sim um Ser Pirilampo, ou seja, com luz própria”, explica.

O processo de produção do livro foi realizado em conformidade com as orientações da Organização Mundial de Saúde para a prevenção e contenção da pandemia da COVID-19. O projeto tem apoio financeiro do Governo da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.

Cabe destacar que, como contrapartida, retribuição e fomento à Cultura Vaqueira, um percentual dos 500 exemplares da primeira edição será destinado a todas as 22 escolas do município de Uauá, além de associações, comunidades e aos vaqueiros que participaram do projeto. Outra parte será disponibilizada para venda, pelo valor de R$ 100,00 e pode ser adquirido através do e-mail: [email protected] e pelo site www.pirilamposdacaatinga.wixsite.com/site. A versão digital pode ser acessada, gratuitamente, no site da P55 Edição.

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