“Estão querendo nos usar para mais um viés de Politicagem nojenta – brincadeira de menino mimado”, dispara Prolepses

O coordenador da APLB-UAUÁ, Francisco Tavares “Prolepses”, usou as redes sociais pra falar sobre mais uma vez sobre o Projeto de Lei que discute o reajuste do piso para os professores. Em resposta ao presidente da Câmara de vereadores, que adiou sessão em que o prefeito de Uauá protocolou e informou à diretoria da APLB confirmando convocatória para uma sessão extraordinária na câmara de vereadores para hoje (19) com objetivo dos edis apreciarem e aprovarem o Projeto de Lei do Reajuste do Piso Salarial e assim cumprir o que foi firmado na proposta do Executivo , aceita assembleia (conforme cópia da Ata disponível no sindicato): em que ” A concessão do REAJUSTE NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2018″seria apreciado foi remarcada pelo presidente para segunda-feira.

De acordo com o coordenador a notícia foi recebida de forma INFORMAL (via zap), em que, nela, constava de ofício do presidente do Poder Legislativo avisando ao Prefeito que a sessão seria remarcada para o dia 23 de Julho do corrente ano (segunda-feira).

A informação gerou descontente reclamação e causou reações negativas pela não discussão conforme solicitado pelo prefeito.

“Caso isso aconteça, haverá outro debate para que o reajuste incida no Contracheque no mês de Julho, Uma Vez que a Folha Fecha dia 20. Nós deixamos claro que o nosso objetivo nesse momento é que o REAJUSTE ACONTEÇA, POIS JÁ PERDEMOS DEMAIS. Com relação ao retroativo, haverá um outro debate, haja vista que a categoria aceitou a proposta do Prefeito e fez uma contraproposta para o “Retroativo”, o que não foi respondido pelo prefeito. Porém, nesse momento, o FOCO É O REAJUSTE”, disse Prolepses.

Indignado com a situação, o coordenador opinou sobre o Reajuste do Piso dos Professores de Uauá. “Exponho o que tenho vivenciado nesses 07 anos de Sindicato:. 01. Precisa-se de um projeto de Lei Municipal para ratificar a Lei Nacional, sempre foi assim aqui e em todo Estado da Bahia;. 2. Essa é primeira vez que vejo essa confusão do Legislativo (história de prazo e regimento). Exemplo: O ano passado não vi isso e foi de imediato. Vou no passado: Toda vez que o ex-gestor mandava o projeto, o Presidente Jairo Rocha, em consonância com os vereadores, DERRUBAVA TODOS OS PRAZOS E REGIMENTO E VOTAVAM NA HORA (Jairo Rocha nunca teve problema. Pelo contrário, TEVE SUAS CONTAS APROVADAS PELO TCM-BA NA SUA GESTÃO, 4 ANOS COMO PRESIDENTE DA CÂMARA);. 3. FATO: Nós, professores, ACEITAMOS A PROPOSTA DA GESTÃO DE RECEBER O REAJUSTE DO PISO NO SEGUNDO SEMESTRE, é preciso versar sobre os temas importantes na nossa carreira com coerência e pés no chão, para que não possamos passar uma imagem de Contraditórios;. 4. Por fim; Eu nunca ouvir falar que um projeto de cunho executivo, o legislativo em férias, é que tenha que Convocar Extraordinária. Até onde eu sabia ERA O EXECUTIVO (como foi feito). Mas, como estamos vivendo e vendo de tudo, só nos restar ver . (Prolepses/Professor e Sindicalista)”.

Ainda sobre estar presente na sessão que está para acontecer, Prolepses disse: ” Eu estarei representando a Instituição APLB amanhã, porque recebi um convite do Gestor desse Município em conformidade com o que foi afirmado em Assembleia, em ata(“Enviarei o projeto de Lei para Câmara de Vereadores no Segundo Semestre, firmou o prefeito em Fevereiro de 2018″). Não acatar o chamado para a Sessão solicitada pelo Prefeito, caracteriza-se POLITICAGEM”. Pontuou.

O presidente enviou nota pelo grupo de WhatsApp que não os convenceu, pois, até o fechamento dessa reportagem ainda está “rolando” discussão sobre o assunto. Veja nota: Mensagem aos Professores. A câmara municipal informa aos nossos Professores e Professoras que referente a nota da Aplb acerca da convocação extraordinária da Câmara , fomos comunicados pelo poder executivo na data do dia 16/07. Não nos furtaria de maneira alguma fazer a sessão inclusive no dia posterior. Entretanto , existem procedimentos burocráticos referente a tramitação do projeto. Desde os pareceres das comissões ordinárias ao processo de pauta. Com a devida vênia, a nota publicada pela associação não condiz com a realidade , a dispensa de prazos legais acontece como está apresentado . Vale ressaltar que o piso constitucional vem sendo cobrado ao poder executivo desde a data base da categoria, que é o mês de janeiro. Como não fora enviado dentro do período de funcionamento da Câmara, agora pretende imputar uma responsabilidade ao Poder Legislativo que deve ser suportada pelo Próprio Executivo, que legalmente é quem possui a iniciativa para tal projeto de lei. Assim, vê-se que é no mínimo mais uma tentativa de desgastar o Legislativo. Na casa legislativa há um sentimento pleno de retroagir o piso ao mês da data base (janeiro), para que os professores não sejam prejudicados com o atual projeto, caso seja aprovado na sua redação original, pois prevê efeitos financeiro a partir de 01 de julho de 2018. Ou seja, se não bastasse o prejuízo em razão do retardo no envio no projeto, ainda haveria prejuízo em relação aos meses anteriores, não alcançados pelo projeto de lei. Marcamos a sessão para o dia 23 , cumprindo os prazos regimentais e impedindo a posteriori qualquer manobra do poder executivo que pudesse contestar ou anular a sessão. Mais ainda , se for do interesse dos docentes que aprovemos o projeto como está , sem retroagir a janeiro , assim o faremos, mas entendemos que a grande maioria dos professores vem sendo lesados desde a sua data base , e por isso entendemos que todos os direitos devem ser garantidos por uma categoria que desde janeiro não vem percebendo os seus proventos de acordo com lei. Quanto a preocupação demonstrada pela Aplb , solicitamos do poder executivo que amplie de dia 20 para dia 24 o fechamento da folha, plenamente possível pois apenas seria a prorrogação de um dia útil, tendo como parâmetro que dia 20 é sexta feira. Desta forma estamos mostrando mais uma vez que o nosso interesse é de fato o servidor e seus plenos direitos. Não entraremos em tentativas de uma pequena parcela desgastar essa casa ou de entrar em armadilhas legais visando lá na frente prejudicar o interesse dos docentes. Temos a plena ciência que a vontade de aprovação do piso é um anseio da categoria e estamos imbuídos desse sentimento, respeitando os prazos de tramitação e evitando qualquer tentativa futura de ilegalidade nessa aprovação. Todos os direitos aos professores . Rodrigo de Zé Mário – Presidente da Câmara

“Boa Noite! Avanteee!
[18/7 21:51] prolepses: Eu já vi que cansei. Estão querendo nos usar para mais um viés de Politicagem nojenta. Brincadeira de menino mimado. Aqui não! Aí, não! Todos são inteligentes para ver o óbvio. Se deixa burlar quem quer. Você precisa ter limites e discernimento da sua função política e Política-Partidária, especialmente quando as ações começam a transcender o campo do bom senso, correndo o risco de prejudicar pessoas, famílias. Aí, não!”, Concluiu indignado.

Um professor retrucou o presidente: [18/7 13:23] ‪+55 74 9984-6509‬: Sim nobre Presidentae, já que o recesso de vcs previsto pela lei orgânica vai ser interrompido na segunda feira , pq não amanhã para que possamos receber o nosso reajuste ainda esse mês? Já perdemos muito.
O direito de um povo é pra ser respeitado e cumprido por todos. Esse reajuste que veio a tona só agora pq foi para Câmara de vereadores foi dado desde janeiro. Ou seja direito de um povo (professores).

O suplente de vereador, Mário Oliveira comentou: “: Já vi as comissões dando pareceres na hora, no momento da votação. Em outras ocasiões”.

A discussão em redes sociais segue a necessidade ou não da haver a votação do Projeto pela Casa. O que é comprovado que sim, mesmo sendo uma lei Federal.

Adailton Santana

RADIALISTA Formação Locutor-Apresentador- Radialista profissional diplomado pela Residência Educação, em parceria com o MEC, no âmbito do PRONATEC - Alagõas, é experiente na área de Comunicação e Segmentação Editorial em sites, blogs, Tem experiencia em Apresentação de Cerimoniais. Concluiu o Curso de Especialização em Locutor-Apresentador, realizado pela Residência Educação, em parceria com o MEC em 2018 e obteve a certificação de um trabalho que já faz desde o ano de 2003, quando ingressou no Rádio. Com a realização de curso de capacitação ministrado pelo Imega Cursos e Entretenimento, em 2008.