Movimento Civil Organizado de Uauá manifesta-se contrário à PEC 287/16.

Estiveram reunidos na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uauá ,  SINDSMU, na noite da última quarta-feira, 15, representantes de entidades que compõem o Movimento Civil Organizado de Uauá para demostrar suas respectivas posições  contrárias à “PEC 287”, e por em prática atos que, segundo o Movimento, façam o povo perceber do risco […]

Estiveram reunidos na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uauá ,  SINDSMU, na noite da última quarta-feira, 15, representantes de entidades que compõem o Movimento Civil Organizado de Uauá para demostrar suas respectivas posições  contrárias à “PEC 287”, e por em prática atos que, segundo o Movimento, façam o povo perceber do risco se for aprovado.
Ficou  decidido após reunião, que haverá manifestos nas redes sociais,  na rádio Comunitária da cidade, Luz do Sertão FM, além da distribuição de adesivos com o título “UAUÁ CONTRA A PEC” que começarão a ser distribuídos ainda nessa semana para a sociedade uauaense.
Ainda segundo o Movimento, dia 27 de março haverá um grande manifesto nas ruas da cidade, com o objetivo alertar as pessoas sobre os  prováveis males que a PEC, se aprovada sem emenda, trará a todo e qualquer cidadão que pense em se aposentar. No dia do ato público, haverá paralisação geral dos serviços públicos, obedecendo à legislação.
O município, na próxima semana será informado pelo SINDSMU acerca da paralisação, que por lei, deve ocorrer no mínimo 72 horas úteis antes ao evento.
Para causar mais impacto, cada cidadão deve entrar na página do facebook dos deputados e/ou senadores para fazer um alerta de quem votar a favor da reforma, NÃO VOLTA ao cargo político, a partir de 2019, ou ligar para os gabinetes.
Nesse contexto, todo parlamentar que for favorável à PEC, estará sendo contrário ao povo, uma vez que todo cidadão será prejudicado se essa proposta for adiante.Participam do Movimento, representantes de entidades como: SINDSMU, AGMUB, AACSU, RADCOM, APLB, COOPERCUC, CMS e IGREJA CATÓLICA.

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