Prefeitura de Uauá retira correntes em torno do Banco do Brasil

Entrada principal que da acesso ao banco vindo do Calçadão antes Entrada principal que da acesso ao banco vindo do Calçadão depois A imagem acima ilustra o que temos presenciado na cidade de Uauá nos último dias. As ruas sem as tais correntes.  Praça Adhemar Rodrigues antes Praça Adhemar Rodrigues depois Pois bem,  o descontentamento […]
Entrada principal que da acesso ao banco vindo do Calçadão antes
Entrada principal que da acesso ao banco vindo do Calçadão depois

A imagem acima ilustra o que temos presenciado na cidade de Uauá nos último dias. As ruas sem as tais correntes. 

Praça Adhemar Rodrigues antes

Praça Adhemar Rodrigues depois

Pois bem,  o descontentamento de um povo que está cansado de sofrer e de carregar as heranças malditas de péssimas administrações covardes e submissas aos grandes magnatas, há mais de 25 anos, hoje, vive em poucos dias, com outro olhar e certo alívio mesmo que paulatinamente, em relação aos recursos públicos e manutenção do trânsito, principalmente, que não é nada de agradável, trafegar pelas ruas da cidade em meio a tantos problemas, ainda mais, com ruas “Trancadas” ao povo. 

CONQUISTA DA LIBERDADE.
– É com muita alegria que comunicamos a todos a retira das correntes fixadas a mais de duas décadas na antiga Praça da Bandeira, atualmente Praça Ademar Rodrigues, nas mediações do Banco do Brasil.
“Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado”.
Roberto Shinyashiki
Abraço,

As correntes que mantinham transtornos diários no entorno da Agência bancária do Banco do Brasil foram retiradas na última semana, 10 dias depois do secretário de infraestrutura, João Alves, comunicar a agencia sobre a vontade popular.  Falar dos benefícios que isso trás seria preencher todo esse artigo enumerando -as, iremos apenas reproduzir o que o povo diz: “É muito bom, ter nosso direito de ir e vir sendo assegurado pelos representantes do povo”. 

Um alívio momentâneo apenas, pois, a retirada das correntes pela  prefeitura que tem feito a sua parte,  ainda não é definitivo, até que o gerente da agência conteste tal atitude. Não bastasse  os bullings da infância e as dificuldades de sermos aceitos na fase adolescente, com o tempo percebemos que durante toda a vida iremos encontrar pessoas e situações com alto potencial e desejo de nos humilhar, este seria o estopim, tomara que não contestem o gosto popular e assim, não sofrermos mais por conta de ações de uma entidade que deveria ajudar os munícipes. 

 

Rua que  dá acesso a praça 31 de Março antes
Rua que  dá acesso a praça 31 de Março depois

Não importa em que idade estejamos, estaremos sempre sujeitos a passar por esse tipo desagradável de situação. Infelizmente faz parte da sociedade em que vivemos. A dureza com que algumas pessoas foram tratadas em suas próprias vidas se perpetuam nelas mesmas, se elas não trabalham emocionalmente os traumas e frieza sofridos em determinadas experiências. Temos de olhar para elas com compaixão, para que nós mesmos não permitamos ser alvo de suas humilhações. Só assim se quebram as correntes.

Adailton Santana / Uauá.com.br

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