Decreto do prefeito sobre estado de emergência é por conta de dívidas da gestão passada

O decreto  n.o 565/2017 da prefeitura de Uauá, (ver aqui),  que estabeleceu estado de emergência administrativa e financeira no Município no período de 90 dias, contados a partir de 1° de janeiro de 2017 é por conta de só haver dívidas  a pagar. Contas de energia em atraso para pagar a Coelba, chega a cerca […]

O decreto  n.o 565/2017 da prefeitura de Uauá, (ver aqui),  que estabeleceu estado de emergência administrativa e financeira no Município no período de 90 dias, contados a partir de 1° de janeiro de 2017 é por conta de só haver dívidas  a pagar. Contas de energia em atraso para pagar a Coelba, chega a cerca de R$ 1,2 milhão de passivos, deixados pelo ex-gestor Olímpio Cardoso Filho.

Segundo o prefeito, a medida tem como objetivo chamar a atenção para o que considera “caos” deixado pela administração anterior. Lindomar Dantas ainda declarou que a limpeza pública também está suspensa por falta de pagamento. Um mutirão foi organizado para tentar retirar a sujeira das ruas.

O Decreto visa ainda tornar pública a situação do município e desmascarar o ex-gestor que, em entrevista a uma rádio local que negou que tenha deixado dívidas e declarou que passou “mais dinheiro que dívidas” e ainda acusou o atual prefeito de “irresponsabilidade” e disse que a única dívida deixada foi com a Embasa, fornecedora de água. Olímpio afirmou que chegou a tentar resolver, mas não conseguiu um acordo com a prestadora de serviços.

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