Projeto Cisternas avança no Território do São Francisco

Constesf entregou, até o momento, mais de 1.490 tecnologias de armazenamento de água, divididas entre barreiros, cisternas para consumo humano e cisternas para produção. O Projeto Cisternas continua avançando no Território do São Francisco e beneficiando cada vez mais famílias. Coordenado pelo Consórcio Sustentável do Território do São Francisco (Constesf), o projeto está entregando  tecnologias […]
Constesf entregou, até o momento, mais de 1.490 tecnologias de armazenamento de água, divididas entre barreiros, cisternas para consumo humano e cisternas para produção.
O Projeto Cisternas continua avançando no Território do São Francisco e beneficiando cada vez mais famílias. Coordenado pelo Consórcio Sustentável do Território do São Francisco (Constesf), o projeto está entregando  tecnologias sociais de convivência com o semiárido, melhorando a vida de agricultoras e agricultores que necessitam de água para beber e produzir.
Até o momento, mais de 1.490 tecnologias de armazenamento de água, divididas entre barreiros, cisternas para consumo humano e cisternas para produção, foram concluídas nos municípios da nossa região, como Casa Nova, Sobradinho, Juazeiro, Pilão Arcado e Uauá. Em Curaçá e Remanso o projeto já foi totalmente concluído. O benefício permite que muitas famílias fiquem asseguradas em tempos de seca, evitando que tenham que comprar água ou percorrer longas distâncias em busca de sua sobrevivência.
De acordo com presidente do Constesf e prefeito de Sobradinho, Luiz Vicente Berti, esse é um projeto que visa dar aos trabalhadores do campo uma melhor qualidade de vida garantindo básico: água. “A nossa equipe tem se empenhado muito nessa missão de levar o benefício a quem realmente precisa. O projeto tem avançado satisfatoriamente e já podemos ver muitas famílias vivendo melhor, produzindo melhor e com mais qualidade. Esse é nosso objetivo, garantir que famílias das comunidades rurais do nosso território tenham acesso à políticas públicas que lhes deem dignidade e viabilidade de viver bem”, disse.  

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