Polícia Federal deflagra operação Ali Babá em Monte Santo e mais 6 cidades contra fraudes em instituições financeiras

Operação Ali Babá conta com a participação de 140 policiais e cumpre mandados de prisão contra fraudes em instituições financeiras na Bahia Na manhã desta terça-feira (19), a Polícia Federal deflagrou a Operação Ali Babá, com objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável por aplicar golpes na Caixa Econômica Federal e em diversas outras instituições […]
Operação Ali Babá conta com a participação de 140 policiais e cumpre mandados de prisão contra fraudes em instituições financeiras na Bahia

Na manhã desta terça-feira (19), a Polícia Federal deflagrou a Operação Ali Babá, com objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável por aplicar golpes na Caixa Econômica Federal e em diversas outras instituições financeiras no Estado da Bahia. 
De acordo com a assessoria da polícia, cerca de 140 Policiais Federais cumprem 25 mandados de prisão – sendo 10 preventivas e 15 temporárias –, 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso, todas na Bahia.
Segundo apurado durante as investigações, a organização criminosa operava desde 2006, e sua principal forma de atuação era através da constituição de empresas inidôneas, em nome de “laranjas”, com as quais eram obtidos empréstimos vultosos junto a diversas agências bancárias, de vários bancos. Após recebidos, os créditos jamais eram restituídos. O esquema também contava com pessoas especializadas no fornecimento de documentos falsos, que viabilizavam a constituição das empresas e a obtenção dos empréstimos fraudulentos.
Até o presente momento foram identificadas 19 empresas envolvidas no esquema, mas suspeita-se que esse número seja muito maior. Só no ano de 2013, foram constatados prejuízos superiores a R$ 10 milhões. Todos os envolvidos devem responder por organização criminosa e estelionato, previstos, respectivamente, nos artigos 2º da Lei 12.850/2013 e 171 do Código Penal.

Fonte: BN

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