Não compre uma Dory! Faça a sua de papel!

Nós já vimos essa história muitas vezes! As famílias vão ao cinema para ver filmes as belas animações onde o galã é um simpático animalzinho. Depois saem correndo para comprar um animalzinho da especie famosa para manter como animal de estimação. Em pouco tempo, o novo membro da família é completamente esquecido; o animal morre, é abandonado, ou é […]
Nós já vimos essa história muitas vezes!
As famílias vão ao cinema para ver filmes as belas animações onde o galã é um simpático animalzinho. Depois saem correndo para comprar um animalzinho da especie famosa para manter como animal de estimação. Em pouco tempo, o novo membro da família é completamente esquecido; o animal morre, é abandonado, ou é entregue a alguma associação protetora.
Foi o que aconteceu quando o filme Tartarugas Ninja foi lançado; só nos Estados Unidos estima-se que 90% das tartarugas adquiridas morreram poucos meses depois. Foi o que aconteceu também com os cãezinhos apos o filme Chihuahua de Beverly Hills.
Com Procurando Nemo, a venda de peixes palhaços aumentou 40%, sendo que mais de 1 milhão de peixinhos foram retirados de seu habitat natural por ano após o filme. Algumas crianças, procuraram dar ao seu novo pet liberdade através da mesma rota usada por Nemo no filme: muitos peixes acabaram parando no vaso sanitário.
Agora, com o lançamento de “Procurando Dory” – tem muita gente preocupada com o que pode acontecer com o peixe-cirurgião patela ou blue tang do Pacífico.
Ecologistas e cientistas temem que a coleta ilegal destes peixes possa causar um desequilibrio muito grande no fundo do mar já que eles se alimentam de algas dos recifes de coral, que é um trabalho muito importante, pois evita que os corais cresçam desordenadamente.
Que “sob ameaça” sentença, juntamente com o importante papel ecológico para este peixe na proteção recife de coral, me chamou a atenção: É exatamente por isso que os cientistas estão tão preocupados agora. Esta peça escrita no mês passado por Emily Sohn para Hakai Revista explica o impulso para produzir espigas azuis em cativeiro para que, pelo menos, estes peixes não serão colhidas em grande número no meio selvagem.
Jonathan Balcombe, autor de “O que um peixe sabe”, publicou no mês passado no jornal The New York Times:
“Estes peixes habitam vastas areas de habitats obscuros, a ciência só começou agora a explorar um pouco de suas vidas privadas. Eles não são dirigidos pelo instinto: suas mentes respondem de forma flexível a diferentes situações. Eles não são apenas coisas… Eles são seres sencientes com as vidas que são importantes para eles. Um peixe tem uma biografia, e não apenas uma biologia “.
Assim, dado o que sabemos sobre os peixes em geral, e sobre os cirurgião petela em particular, vai um conselho para as famílias que querem adquirir “Dory” como animal de estimação?
NÃO COMPRE UMA DORY, FAÇA DE PAPEL. E o professor Marcelo Gonçalves ensina como:
  

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