‘Parece um pesadelo’, diz sobrinha de mulher morta em temporal de Jarinu

Técnica de enfermagem foi atingida por cobertura de ponto de ônibus.Meteorologistas foram até a cidade para analisar possível tornado. Os parentes ainda tentam entender a morte da técnica de enfermagem Cleonice Souza, atingida pela cobertura de um ponto de ônibus que desabou durante o vendaval que devastou Jarinu (SP) no domingo (5). Meteorologistas do Centro de Pesquisas Meteorológicas […]

Técnica de enfermagem foi atingida por cobertura de ponto de ônibus.
Meteorologistas foram até a cidade para analisar possível tornado.

Os parentes ainda tentam entender a morte da técnica de enfermagem Cleonice Souza, atingida pela cobertura de um ponto de ônibus que desabou durante o vendaval que devastou Jarinu (SP) no domingo (5). Meteorologistas do Centro de Pesquisas Meteorológicas de Campinas (Cepagri), da Unicamp, foram até a cidade para avaliar se um tornado foi o responsável pelo temporal que arrasou a cidade. 
Em entrevista ao G1 nesta segunda-feira (6), uma sobrinha de Cleonice conta que a mulher, que tinha 48 anos, trabalhava como técnica de enfermagem de uma empresa no interior de São Paulo. “A família está sem condições de falar. É uma dor muito grande, parece um pesadelo. Ela era uma pessoa de uma alegria contagiante, guerreira e mãe coruja de três filhos”, afirma Suzane Varjão.
Ainda segundo Suzane, Cleonice, que é natural da cidade de Uauá (BA), estava em Jarinu há aproximadamente dois anos. Durante o temporal, ela esperava o ônibus para voltar para casa, foi atingida pela cobertura e morreu. “É uma tragédia. Ainda não sabemos o horário do enterro, já que ainda está sendo feito os trâmites funerais, mas sabemos que o corpo dela deve chegar na terça-feira (7) na nossa cidade”, comenta a jovem. 

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